12 novembro, 2020
NORMAL É SER DIFERENTE
11 novembro, 2020
COISAS DE ÍNDIO
Olá queridos estudantes dos 4º e 5º anos!
Esperamos que estejam todos bem e com saúde!
Nessa atividade vamos conhecer um pouco mais sobre povos muito importantes para a construção da identidade brasileira , os povos indígenas, também conhecidos como povos originários.
Eles foram os primeiros habitantes do Brasil e vários aspectos culturais deles, estão presentes no nosso dia a dia; na alimentação, no vocabulário, na arte e até na medicina popular. Grandes são as contribuições dos povos indígenas para a civilidade brasileira.
Assista o vídeo a seguir.
No início desse vídeo , são faladas os nomes de várias etnias indígenas, são muitas! E isso amplia a diversidade étnica, cultura, social e linguística dos povos originários.
Conhecer um pouco mais a história e culturas deles, nos ajuda a compreender , respeitar e valorizar as formas de ser e estar no mundo desses povos .
Eles ocupam todo o território nacional e outras espaços sociais também…
Se assustou? E então, qual é o índio que mora na sua cabeça?
Aquele dos livros do Brasil de 1500, retratados nos livros de História?
Não existem mais… Vamos entender melhor essa história?
10 novembro, 2020
E quando falta chão? Que reflexões precisamos fazer agora?
Contribuições dos povos originários, nas palavras de Ailton Krenak, para refletirmos sobre o momento que estamos vivenciando
Há algum tempo vimos vendo em nossas atividades como a atual pandemia de Covid-19 pode ser compreendida como uma resposta do planeta às nossas ações em relação ao ele, não é mesmo?
Neste mês de novembro, em que muito falaremos de diversidade, queremos chamar a atenção também para muito do que os povos nativos de nosso país têm a nos dizer sobre as suas formas de ser e estar no mundo. Certamente eles têm muito a nos ensinar. Hoje, escolhemos como referência Ailton Krenak.
Quem é Ailton Krenak?
AILTON KRENAK nasceu em 1953. Ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas, organizou a Aliança dos Povos da Floresta, que reúne comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. É escritor. É também comendador da Ordem de Mérito Cultural da Presidência da República e doutor honoris causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Faz parte do povo indígena Krenak, originário da região do Médio Rio Doce, em Minas Gerais.
Vamos ler, logo abaixo, um trecho de seu livro intitulado “A vida não é útil”, em que ele fala sobre o momento que estamos vivendo:
“... Foi impressionante, durante a pandemia, como aceitamos a convocatória para ficar em casa e fazer o distanciamento social. Salvo alguns excêntricos, todo mundo que pôde concordou com ela. Ora, se somos capazes de ouvir um comando desses, todos ao mesmo tempo, e permanecermos em casa, por que não seríamos capazes de ouvir o comando de parar de predar o planeta? De parar de destruir os rios e florestas? Esse é um valor transcendente.
Amigos que trabalham com história da filosofia e da tecnologia me disseram que o desvio dos humanos em seu sentimento de pertencimento a totalidade da vida se deu quando descobriram que podiam se apropriar de uma técnica. Atuar sobre a terra, sobre a água, sobre o vento, sobre o fogo, até sobre as tempestades que antes interpretavam como sendo fruto de um poder sobrenatural. Nas tradições que eu compartilho, não existe poder sobrenatural. Todo poder é natural, e nós participamos dele. Os xamãs participam dele. Os pajés, em suas diferentes cosmogonias, saem daqui e vão a outros lugares no Cosmos. (...) Estão aparecendo muitas sugestões de mundos, sempre acompanhadas da ideia de que estão em choque. Eu não percebo esse momento que estamos vivendo como uma situação-limite, acho que o que estamos passando é uma espécie de ajuste de foco no qual temos a oportunidade de decidir se queremos ou não apertar o botão da nossa auto-extinção, mas todo o resto da Terra vai continuar existindo.
Não consigo nos imaginar separados da natureza. A gente pode até se distinguir dela na cabeça, mas não como organismo. A possibilidade de sobrevivermos com esse corpo em Marte ou em qualquer outro planeta vai depender de um aparato tão complexo que será mais fácil arrumar mus máscaras e respiradores e continuarmos aqui (E olha que não estamos dando conta nem disso) ponto final essas incríveis tecnologias que a gente utiliza hoje, que nos põe em conexão, tem uma boa dose de ilusão. São como um troféu que a ciência e o conhecimento nos deram e que usamos para justificar o rastro que deixamos na terra.
O planeta está nos dizendo: "Vocês piraram, se esqueceram quem são e agora estão perdidos achando que conquistaram algo com os brinquedos de vocês". Pois a verdade é que tudo que a técnica nos deu foram brinquedos . O mais sofisticado que conseguimos é esse que bota a gente no espaço; e também o mais caro. Um brinquedo que só dá para uns trinta, quarenta caras brincarem. E, claro, tem uns bilionários querendo brincar disso. (...) O que é para ser celebrado no fato de que podemos falar numa Live para 3 mil ou 4 mil pessoas por um aparelhinho que é produto de uma civilização que está comendo a Terra para fazer brinquedos? Só que a Terra é um organismo muito maior que nós, muito mais sábio e poderoso, e nós, seu brinquedo mais inútil. A terra pode nos desligar tirando nosso ar, não precisa nem fazer barulho.
(...) Ou você ouve a voz de todos os outros seres que habitam o planeta junto com você, ou faz guerra contra a vida na Terra.”
Assista também ao vídeo abaixo, disponível no canal 20ideias no youtube. O vìdeo é de 2012, veja como já nos alertava para coisas que estão sendo amplamente discutidas hoje:
Material Complementar:
07 novembro, 2020
Novembro Azul
Olá estudante, como vai você? Nesta semana iremos tratar de um assunto muito importante: “O Novembro Azul”. Ouça o podcast com muita atenção.
Após ouvir o podcast, que tal fazer a cruzadinha abaixo para testar seus conhecimentos sobre o tema abordado?
Obs.: Você pode copiar as respostas diretamente no seu caderno enumerando as palavras ou imprimir o arquivo e fazer a cruzadinha diretamente na folha. Fique à vontade e divirta-se com a cruzadinha. Para imprimir o arquivo clique na imagem abaixo.
06 novembro, 2020
OBA: Olimpíada Brasileira deAstronomia
Ei, galera! Aproveitem que o prazo de inscrições foi prorrogado! Vamos participar da OBA?
05 novembro, 2020
ANCESTRALIDADE, HISTÓRIA E RESISTÊNCIA: BONECA ABAYOMI
GOSTARAM DESSA HISTÓRIA?
E QUE TAL CONFECCIONAR SUA PRÓPRIA ABAYOMI?!
UTILIZEM O MATERIAL QUE TIVEREM EM CASA, PODE SER TAMBÉM ATRAVÉS DE DESENHO, RECORTE E COLAGEM. SE EXPRESSEM E USEM A IMAGINAÇÃO!
CLIQUEM NO VÍDEO ABAIXO E ASSISTAM AO TUTORIAL PARA CONFECCIONAR SUA ABAYOMI:
04 novembro, 2020
DIVERSIDADE AMBIENTAL
Olá queridos estudantes dos 4º e 5º anos!
Tudo bem com vocês? Esperamos que sim!
Hoje iremos tratar de um assunto muito importante: DIVERSIDADE AMBIENTAL. O nosso Brasil possui uma diversidade enorme de espécies de fauna e flora. Uma riqueza ambiental muito grande. Vocês já ouviram falar de Biomas? Então vejam o “Você Sabia?” abaixo e entendam um pouco melhor sobre esse assunto.
Agora é a sua vez!
Coloque a data de hoje no seu diário Memórias da Quarentena e escreva tudo o que vocês podem fazer para ajudar na preservação do meio ambiente. Depois disso, pegue uma embalagem vazia de qualquer produto que tiver em casa e recicle-a. Vocês podem usar a criatividade da maneira que quiserem. Vejam algumas imagens de reciclagem:
Quando terminarem, tirem uma foto e postem nas redes sociais marcando a escola, queremos muito ver o que vocês fizeram.
Abraços carinhosos das professoras dos 4º e 5º anos.
03 novembro, 2020
QUANDO O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO SERÃO ABOLIDOS?
“Há anos, milhares de negros sofrem (ou já sofreram) racismo, não só no Brasil como no mundo. É importantíssimo sabermos que a cada 23 minutos um jovem negro é brutalmente assassinado no Brasil, apenas pela sua cor. Ultimamente, chamam a atenção atos de discriminação racial, como a agressão policial e a falta de empatia entre os seres humanos.”
Para ler na íntegra o Artigo de Opinião da estudante Maria Laura Assis da Silva, veja as imagens abaixo ou clique no link no final da postagem.
Leio, logo existo...
Que tal conhecer um pouco mais sobre os livros da nossa biblioteca?
Enquanto não pudermos nos encontrar pessoalmente, vamos mostrar, por aqui, no mundo virtual, títulos que pertencem ao acervo da escola e que estarão disponíveis, assim que as aulas retornarem! Temos livros incríveis, de diferentes estilos e assuntos e que agradam
leitores de todas as idades e gostos! E você, conhece os livros da nossa biblioteca?
Gostaria de indicar também um livro?
mas que tem uma história emocionante que pode agradar a todas as idades!
"Cão e Gralha são amigos por escolha e por necessidade.
Cão é cego de um olho e Gralha não pode mais voar.
Cão se torna suas as asas de Gralha, e ela os olhos de Cão,
ao correrem pelas moitas e pelos galhos secos da caatinga..."
Autora: Margaret Wild
Ilustradores: Margaret Wild, Ron Brooks
Para indicar um livro que você já leu e gostou, deixe um comentário aqui embaixo ou envie um
e-mail para emphrcomunica@gmail.com
Você também pode contar pra gente se já leu o livro Raposa
ou se ficou com vontade de ler!
Globalização Cultural
Todos nós sabemos que a globalização é o processo pelo qual o mundo está se tornando cada vez mais interconectado. Geralmente, quando se fala em globalização pensamos, imediatamente, em aspectos tecnológicos, porém, a globalização moldou outros cenários como o econômico e político, e além desses, também influenciou o cenário cultural. Pense o que você fez ontem, o que comeu, o filme que assistiu, as músicas que ouviu, as redes sociais que usou. Há uma grande chance de suas escolhas terem sido influenciadas pelo resultado da globalização.
Teoricamente a globalização cultural é um processo de mão dupla, porém, as potências econômicas e políticas mundiais são as maiores influenciadoras. Elas disseminam ideias, valores e comportamentos pois possuem o poder econômico necessário para expandir uma mídia cultural mundial através de suas corporações transnacionais, permitindo-os exercer uma influência cultural importante sobre os países com menos poder financeiro. E a consequência disso é a mudança de costumes, crenças e padrões que algumas nações sofrem por esse processo.
Como exemplo podemos citar a influência dos filmes de Hollywood que, durante décadas, criaram padrões estéticos, de moda e comportamento. Além de ser uma poderosa indústria, os filmes hollywoodianos servem aos interesses ideológicos e mercadológicos das grandes corporações e, dada sua distribuição em escala global, influenciam na formação de pessoas no mundo todo.
Da mesma forma, as telenovelas brasileiras são utilizadas para formação social, política e cultural e se configuram como um dos principais produtos culturais de exportação do país, criando uma imagem muitas vezes falseada do Brasil.
Leia reportagem da revista Rollingstone e assista ao documentário dirigido pelo cineasta brasileiro Joel Zito Araújo que mostram um pouco dos efeitos da globalização via indústria cultural e como isso contribuiu e ainda contribui para criação de estereótipos e apagamentos da diversidade cultural no mundo. E não deixe de registrar sua opinião nos comentário do nosso blog. Até mais!
31 outubro, 2020
Halloween
30 outubro, 2020
Abertura das escolas durante a pandemia: é seguro?
Nos últimos meses, temos acompanhado várias discussões sobre a falta de segurança para abertura das escolas brasileiras durante a pandemia. Pesquisas têm mostrado que ainda não conseguimos superar em grande escala os perigos de contrairmos o vírus transmissor da doença. Por isso, é muito arriscado governadores e prefeitos pensarem na abertura das escolas nesse momento.
Esses estudos mostram ainda que os desafios para a retomada das aulas precisam respeitar os protocolos de segurança sanitária que devem ser definidos e articulados pela área da Saúde, Educação, Administração Orçamentária e Assistência Social. A ideia dos protocolos é garantir não colocar em xeque a vida dos estudantes, professores e funcionários das escolas, pois esses estarão à frente no processo de retorno e expostos aos riscos imediatos, podendo levar o vírus para seus lares e transmitirem para familiares de grupos de riscos ou não com os quais convivem.
Nessa perspectiva, concluímos que não podemos comparar a abertura de bares, restaurantes e acesso às praias à abertura das escolas. Frequentar bares e restaurantes e praias, levando crianças e adolescentes, são opções das famílias; e apenas as famílias são responsáveis por essas escolhas. No entanto, ao ser decretada a abertura das escolas pelos órgãos responsáveis, professores e funcionários em geral não terão a opção de não ir ao trabalho porque, se assim o fizerem, sofrerão sanções legais.
Por tudo isso, acreditamos que é o momento de pensarmos na vida de todos os protagonistas envolvidos nessas discussões – estudantes, professores e funcionários das instituições de ensino assim como a comunidade escolar externa. Conforme afirmou Drª Ana Escobar na live sobre o tema: “a vida não é feita só de conhecimento cognitivo; a vida é feita de muitas outras emoções e muitos outros aprendizados”.
Confiram a live com a Drª Ana Escobar na íntegra:
https://www.instagram.com/tv/CFfwFtaIuZD/?igshid=1kw9ruxznwcgo
Assista também os vídeos do projeto Escolas fechadas, e agora? do projeto Teia de pesquisa e extensão da FaE/UFMG, no canal do TEIA no youtube. Clique na imagem abaixo para ser direcionado (a) para a página.
29 outubro, 2020
SE CRIANÇA GOVERNASSE O MUNDO
ESTA É A SITUAÇÃO IMAGINADA POR MARCELO XAVIER, AUTOR DO LIVRO: SE CRIANÇA GOVERNASSE O MUNDO.
28 outubro, 2020
Fest Hilton
Olá, estudantes dos 4º e 5 º anos!!
Essa semana iremos falar de um momento muito especial que acontece anualmente na nossa escola. Ficaram curiosos para saber sobre o que estamos falando?
Então monte o quebra-cabeça abaixo e descubra o tema da nossa postagem de hoje.
Vamos ver quem é que consegue!
27 outubro, 2020
PANDEMIA: O QUE É E COMO A GLOBALIZAÇÃO POTENCIALIZA O PROBLEMA
Olá Estudantes! No Post de hoje vamos refletir um pouco sobre os efeitos da globalização na disseminação de doenças.
Pandemia é uma epidemia que se espalha por uma região muito grande, como um continente, ou até por todo o mundo. Uma doença é considerada pandemia quando é altamente contagiosa e ao se difundir mata grande número de pessoas.
Os choques ambientais produzidos pelo homem, o turismo entre continentes, a contaminação das águas, o surgimento de megafavelas criadas a partir do crescimento descontrolado da população urbana, a revolução na criação de animais, a industrialização e a internacionalização dos alimentos, entre outros fatores contribuem para a disseminação de novas doenças.
A economia globalizada diminuiu as fronteiras entre os países. Vivemos na era em que pessoas e vírus podem fazer viagens aéreas e marítimas pelo mundo. A facilidade com que as pessoas viajam pelo mundo pode disseminar as doenças mais perigosas. No entanto, os avanços tecnológicos, em especial das comunicações, também podem servir para facilitar a cooperação na descoberta de curas.
Para se inteirar melhor sobre o assunto leia reportagem na íntegra através do link https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/pandemias-o-que-e-e-como-a-globalizacao-potencializa-o-problema.htm e em seguida responda o questionário para avaliar seu aprendizado.
Fique bem e até mais!














